Revista Portfolio

Grupo Cantrix apresentou repertório de Gilberto Gil no Paris 6 Burlesque

Atrizes e cantoras retomam antigo projeto musical para cantar e contar sobre a força da mulher.

07 de SETEMBRO de 2018

Icone Compartilhamento Facebook Icone Compartilhamento Twitter Icone Compartilhamento Google Plus Icone Compartilhamento Tumblr Icone Compartilhamento Pinterest Icone Compartilhamento Linkedin

Grupo Cantrix apresentou repertório de Gilberto Gil no Paris 6 Burlesque

Formado pelas atrizes e cantoras, Renata Ricci, Lívia Graciano, Yael Pecarovich e Luciana Bollina, o grupo "Cantrix" se apresenta no espaço Music Hall do Paris 6 Burlesque, em São Paulo, no dia 05 de setembro. Reunindo antigas amigas e retomando de forma independente uma história que se iniciou há mais de 10 anos, em um concurso de formação de banda feminina, o grupo, que já passou por algumas formações, se reencontra agora em um novo momento, mas ainda como um quarteto vocal feminino, pouco tradicional e menos ainda formal. Embaladas pelo repertório de Gilberto Gil, a nova proposta, essencialmente feminista, traz este encontro de vozes em um show repleto de história e muita atitude.

Desta vez o grupo vem com um objetivo muito claro em mente: Formar um 'time' composto por mulheres para muito além do palco. A atriz e cantora Renata Ricci, que entre idas e vindas é a única a integrar o grupo desde sua formação - e que neste retorno assume também a produção dos shows, deixa claro a importância de buscar por mulheres trabalhando em cada função por trás da cortina, seja ela técnica, criativa ou artística. "A maternidade me fez admirar muito mais as mulheres e enxergá-las de uma outra maneira. Comecei então a ficar incomodada por me sentir apenas proclamando o discurso feminista e não fazendo nada efetivo a respeito. Percebi que a melhor maneira de empoderar uma mulher é dando um lugar para ela", diz Renata.

Decididas a encontrar um setlist que tivesse como foco principal um 'discurso' musical atual, o processo de imersão em diversas referências logo conectou as cantrizes ao universo de Gilberto Gil, porém despertou nelas uma dúvida pontual: 'Seguir com o conceito do feminino e apresentar canções de uma potência como Madonna, ícone de luta pela liberdade sexual, ou manter Gilberto Gil e toda a identificação com o momento do grupo?'. A decisão ficou por conta da essência do ícone baiano, que em seu repertório conceitual tem por hábito lançar um olhar delicado sobre as relações e as pessoas, além de seu histórico musical e pessoal com relação as questões de gênero.

Ao longo do show, canções consagradas são costuradas por um enredo cênico, muito mais real do que ficcional, e passível de um bom improviso – o que condiz com o novo ritmo do quarteto, que, fora do palco, encara a vida corrida da mulher que, além de artista, por vezes atua como mãe, filha, esposa e amiga.

E é justamente contando um pouco de si e de suas experiências, que cada uma delas revela sua identidade mais sincera em um show-teatral cheio de música brasileira e feminilidade, e que busca, em tempos de empoderamento, colocar luz de maneira leve sobre questões importantes, saindo do já conhecido discurso e ressaltando aquilo que uma das canções do próprio Gil assegura: "Novo tempo sempre se inaugura...".




Portfólio TV PORTFOLIO TV

Michel Teló se apresenta com seu show Bem Sertanejo na Área de Eventos do Shopping Vila Velha

Michel Teló se apresenta com seu show Bem Sertanejo na Área de Eventos do Shopping Vila Velha

Dança de Luise Schwan e amigos em sua festa de 15 anos

Dança de Luise Schwan e amigos em sua festa de 15 anos

Valsa dos 15 anos de Maria Eduarda Junca Simão

Valsa dos 15 anos de Maria Eduarda Junca Simão

Banda P9 My Favorite Girl no aniversário de Maria Eduarda Bolelli

Banda P9 My Favorite Girl no aniversário de Maria Eduarda Bolelli

Banda P9 My Favorite Girl no aniversário de Maria Eduarda Bolelli

Todos os direitos reservados l Copyright c Revista Portfolio Brasil 2017