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Voz do pop rock eletrônico, Naiá reinventa Tigresa de Caetano Veloso

Lançada em 1977, canção é o segundo single da cantora paulistana

08 de SETEMBRO de 2018

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Voz do pop rock eletrônico, Naiá reinventa Tigresa de Caetano Veloso

A cantora Naia, intérprete surgida na onda de cantoras independentes como Cláudia Dorei e Ava Rocha, lança o segundo single de sua carreira fonográfica. A artista reinventa Tigresa, composta por Caetano Veloso para Sônia Braga e lançada originalmente em 1977 pelo autor em seu álbum Jóia.

A música fará parte do primeiro EP da artista, com previsão de lançamento no final deste ano. “Gosto desta dinâmica de lançar singles antes de um álbum. É um movimento do mercado moderno que permite o artista ter a liberdade de experimentar sons, ritmos e estilos”, declarou Naiá.

No primeiro semestre deste ano, a cantora gravou cover de Ideologia, canção-protesto de Cazuza lançada em 1988, que, na leitura da intérprete, ganhou tons de dubstep e rock eletrônico.

Para recriar Tigresa, Naiá aposta em sons de influência africana e tom acústico. A versão foi gravada durante a estreia da turnê Vozes em Mim em maio deste ano no Teatro Itália, em São Paulo. “A canção completou 40 anos em 2017 e ela sempre esteve no meu repertório. Quis lançá-la agora como uma homenagem ao Caetano e à Sônia Braga. É um tema muito importante para mim”, pontuou.

O single chega às redes hoje junto a um vídeo oficial no canal da artista. Enquanto prepara seu EP, Naiá também segue em turnê com o show Vozes em Mim, onde testa repertório para os próximos registros em estúdio.

Assista ao vídeo oficial: https://goo.gl/A64bSx

SOBRE “TIGRESA”:

Caetano Veloso se inspirou na atriz Sônia Braga para compor a canção após vê-la em uma das performances do musical Hair. O tema ganhou, em 1977, registro simultâneo pelas vozes de seu autor e de Maria Bethânia (em seu álbum Pássaro da Manhã), Ney Matogrosso (no disco Pecado) e Gal Costa (no álbum Caras e Bocas).

SOBRE NAIÁ:

A cantora transita pela cena musical desde a juventude. Começou a estudar música aos 16 anos, na Oficina Teca Alencar, e se apaixonou pelo canto erudito. Logo depois, morou na Inglaterra, onde aperfeiçoou seus estudos no canto, piano e saxofone. Como artista contemporânea, que encontrou no pop rock eletrônico a sua identidade musical, sua miscigenação cultural, sua paixão pela arte e sua energia forte e visceral trazem uma nova bossa a canções já conhecidas do público.  Na sua interpretação, as canções são apresentadas com uma roupagem reformulada, imprimindo um estilo contemporâneo e uma identidade própria.

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