Revista Portfolio

Erick Castiglioni Coser, um capixaba genial que vem trazendo soluções de mobilidade ecológica para o mundo!

Por Luiz Alberto Barcellos

08 de JUNHO de 2018

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Erick Castiglioni Coser, um capixaba genial que vem trazendo soluções de mobilidade ecológica para o mundo!

Conheci Erick Castiglioni Coser ainda menino. Os pais, os queridos e amigos de longa data, Penha e Weverton Coser, deixaram um legado ao filho muito além dos sobrenomes de tradicionais famílias capixabas. Além da ótima educação, investiram no ensino de qualidade e acompanharam de perto. Erick fez o ensino fundamental e médio no Centro Educacional Leonardo da Vinci, considerada a melhor escola do Espírito Santo e uma das melhores do Brasil. Erick sempre vislumbrou novos horizontes e saiu de lá para estudar e se formar em administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo. Ainda na graduação, abriu sua primeira empresa, a Cidade Viva, um programa de milhagem para reciclagem, onde se acumulava pontos para serem trocados por produtos nas empresas com as quais formou parcerias. Uma ideia genial. Mas havia a necessidade de grande dedicação e tempo. Erick e seus parceiros tocaram essa ideia genial por apenas um ano. Ainda na faculdade ele foi trabalhar em bancos de investimentos. Depois de formado, foi contratado pela multinacional alemã Rocket Internet, que no Brasil são donos da Feet, Easy Taxi e Knui, entre outras. Foi recrutado para ser parte do time fundador de uma nova empresa de caronas intermunicipais chamadas Trip. Após oito meses de trabalho duro, Erick e sua equipe levantaram junto a investidores 11 milhões de dólares, para expandir para 13 países. O resultado foi tão positivo que Erick foi convidado para ser o responsável pela expansão para as Filipinas. Ele se mudou pra lá com apenas 22 anos. A empresa começou do zero até chegar a 20 funcionários. Foi aí que o irrequieto Erick resolveu sair para trilhar novos caminhos. No entanto fala com muito carinho e até com um certo saudosismo, “Fiquei um ano lá e, provavelmente, foi a melhor experiência da minha vida até então."

Eu começo agora a contar a trajetória de um capixaba de sucesso, que corre o mundo com uma nova ideia de mobilidade ecológica, saudável para os grandes centros urbanos. Conheçam Mobike, o novo modo de se locomover pelo mundo afora. Vamos a ela?

Luiz Alberto_ País lindo as Filipinas não?...

Erick_ País muito bonito, está crescendo bastante e o povo é muito amável, lembra bastante a América Latina. Acho que aprendi muito sobre a América Latina estando lá, porque tive uma visão de estrangeiro. Mas é muito parecido, porque teve colonização espanhola. Experiência sensacional. Depois voltei para trabalhar com minha família na Autovil no processo de reestruturação da empresa e cuidei da venda para a Via Capital, um grupo de Linhares. Temos um planejamento imobiliário que vamos fazer no local. Essa foi minha missão aqui, fiquei mais ou menos um ano e meio. Depois fui recrutado por outra empresa da Alemanha chamada Wunder, que também trabalhava com viagens compartilhadas, mas dentro da cidade. Tipo carona para ir voltar para o trabalho. Voltei às Filipinas e depois a Índia para lançar esse projeto. Então, fui responsável mais uma vez para implantar nas Filipinas. Coincidência, trabalhar carona duas vezes nas Filipinas mais um projeto inovador. Trabalhei também na Alemanha no ano passado (2017) e em seguida tive a sorte de ser chamado para um programa de bolsas de nome Schwarzman Scholars, que é basicamente um programa para futuros líderes globais. São escolhidos 150 pessoas por ano para trabalhar e estudar na principal universidade da China, Tsinghua University. O atual presidente da China e o ex-presidente estudaram lá. O programa de bolsas é patrocinado por um superbilionário americano. Esse bilionário, construiu um colégio dentro da universidade só para realizar esse programa, investiu US$ 100 milhões do bolso dele e mais US$ 400 milhões de outros doadores, de famílias ricas e de fundações filantrópicas.

Quem é ele?

Stephen Schwazman tem uma fortuna estimada de US$ 11 bilhões de dólares. É o principal acionista do Blackstone Group, o maior fundo de private equity do mundo. O fundo compra participação em empresas, agrega outras empresas e depois vende por um valor maior. Normalmente essa estruturação é um ciclo de 5 a 7 anos. Aqui no Brasil eles são donos do Pátria Investiments, que também é um fundo de private equity. A maioria da população não sabe quem é. Eles permeiam a nossa vida, foram eles que compraram a MultiScan em Vitória. É um fundo que é dono de várias empresas. Nos Estados Unidos, um dos investimentos mais famosos deles foi a compra dos Hotéis Hilton no ano 2000. Reestruturaram a Rede Hilton inteira e agora abriram o capital novamente por um valor muito maior do que eles investiram.

Negócios de gente grande mesmo!

(rs) Isso. São ciclos. Eles também têm um fundo imobiliário muito grande nos Estados Unidos, que é mais ou menos um terço dos ativos deles, estão muito bem. Acabou de sair uma notícia que o Stephen Shwarzman fez no ano passado uma compensação total de US$ 700 milhões, então, está muito bem. Ele chegou em um ponto da vida que está mais preocupado no legado do que só focado em enriquecer. Por exemplo, ele contribuiu com US$ 100 milhões para a expansão da Biblioteca Pública de Nova York, para a qual ele serve como curador. O prédio de referência central entre 42nd Street e a Fifth Avenue foi renomeado como The Stephen A. Schwarzman Building. Ele também doou US$ 150 milhões para financiar um centro universitário no histórico refeitório Commons da Universidade de Yale, onde se formou. Doou para Havard também, onde fez o MBA, para reformar um dormitório. Ele já tinha essa tradição filantrópica e decidiu fazer o maior investimento da vida dele em educação que é a Shwarzman Scholars. A visão de longo prazo dele é que futuros líderes dos Estados Unidos e da China, estudem e vivam juntos durante um período, para que eles se conheçam e vejam que têm muito mais semelhanças do que diferenças. Que entendam a cultura um do outro para que, no futuro, quando estiverem em posição de destaque na política ou nos negócios, que eles tenham uma visão completamente diferente do que é hoje, polarizada e que as economias seja cada vez mais integradas. A visão dele é que, no futuro, estando a China e Estados Unidos mais integrados a chance de ter uma guerra será muito menor. Essa é a grande teoria da fundação.

 

Como é “bater bola” com esses grandes, vou usar uma analogia de jogador de futebol, mais popular, porque hoje em dia o cara faz sucesso em um time, é vendido para outro e depois para outro. Você entrou em um meio de grandes economistas, grandes administradores, quer dizer, como está sendo sua experiência em estar envolvido com essa gente toda que mexe com milhões e milhões de dólares?

 

Todos os bolsistas da fundação tem uma história de vida impressionante. É uma experiência que você se torna mais humilde em como se enxerga. Falo o tempo inteiro que tenho muita sorte em estar lá. Aprendo bastante todo dia com a história de vidas deles, com a experiência das pessoas. Uma amiga minha sueca, por exemplo, trabalhava com um ex-diretor da CIA. Outro rapaz do Sudão do Sul, o país mais recente do mundo, viu coisas absurdas na vida dele e, ainda assim, teve forças de mobilizar a comunidade dele e organizar o coletivo de agricultura. Depois foi morar no Quênia e hoje está com a gente.  Tem muita gente também da China, do partido comunista da China, e é muito legal você ver como desmistifica, a visão deles em relação a China. Apesar de o nome ser Partido Comunista, são muito pragmáticos. Você se lembra da frase do ex-secretário chinês? “Não importa se o gato é preto ou branco, desde que ele pegue o rato”. Não importa se é comunismo ou capitalismo, o que importa é trazer prosperidade para a população. É uma experiência riquíssima de como as pessoas veem o mundo. Provavelmente a melhor experiência que tive na minha vida até agora. Me abriu muitas portas a nível pessoal. Agora mesmo estou trabalhando na MoBike.

 

Sobre a MoBike eu quero que você me explique daqui a pouco. Mas você foi a vários países com vários regimes diferentes e chegou a morar em alguns deles, Flilipinas, Alemanha...

Brasil, China e Canadá...

Então são povos e culturas diferentes. A sua capacidade e inteligência é visível, porque, na analogia que usei, tem que ser um “craque de bola” para você chegar no Milan ou no Real Madri. Mas, toda essa vivência em todas essas culturas diferentes, esses países, te ajuda muito no seu trabalho, além do conhecimento, lógico...

Sem dúvida. Como disse, acho que sou muito sortudo de trabalhar com o que eu gosto bastante, eu realmente gosto de negócios. Quando eu era pequeno, minha mãe é testemunha, adorava ver atlas, globo, ler sobre outros países...

Você tinha essa sensação de criança? Por exemplo, quando criança eu gostava muito de ler jornais e sou hoje jornalista. Você já se imaginava nos lugares?

Sempre quis conhecer o mundo e sempre gostei muito de negócios, então, foi uma combinação muito feliz. Posso fazer o que gosto e ter uma boa remuneração. Sou muito feliz nisso.

Agora vamos para a MoBike. Vamos falar desta empresa e da sua história com ela?

A MoBike é basicamente um sistema de bicicletas compartilhadas que não tem estação. O modelo mais perto das pessoas imaginarem seria tipo o que temos aqui em Vitória, o Bike Vitória, o Bike Sampa, o Bike Rio... São formas de bicicletas compartilhadas. Neste caso você tem estação onde pega e onde deixa a bicicleta. No caso da MoBike, houve uma revolução possibilitada pela conectividade do celular e do barateamento dos chips as bicicletas. Existe um cadeado inteligente, que te permite não ter estação. A bicicleta fica solta na rua, geralmente estacionadas nas calçadas, em lugares permitidos pela prefeitura. Você pega qualquer bicicleta que está perto de você e desbloqueia usando o celular. O cadeado abre, você anda, vai para onde precisa ir. Trabalho, passeio, enfim, quando chega ao destino, só fecha o cadeado. Não precisa se preocupar em levar à estação, em ter lugar vazio na estação. Você deixa a bicicleta encostada. Literalmente.

Quando você acha que isso vai chegar ao Brasil?

Então, um dos motivos de estar no Brasil, apesar de não poder entrar em tantos detalhes por causa da confidencialidade da empresa, é porque a MoBike comprou a empresa que ganhou a concessão de bicicletas compartilhadas em Curitiba. Estava há alguns dias conversando com a secretaria de transporte de lá e vamos entrar com a MoBike em alguns meses, não sei ainda quando. Outra coisa que aconteceu em dezembro passado. O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., sancionou uma lei que permite que qualquer operadora de bicicleta compartilhada possa operar na cidade sem licitação. Hoje você tem o Bike Sampa que é patrocinado por um grande banco, mas agora é permitido que outras empresas entrem, como a MoBike, sem necessidade de licitação e usem as calçadas para estacionar as bicicletas.

(Antes de deixar a Prefeitura de São Paulo, João Dória participou do lançamento da Mobike na cidade ao lado de Erick)

(Voltamos a entrevista) Efetivamente o apoio do governo é tudo nessa história.

Exatamente... E a gente tem.

Você veio à América Latina agora, porque você continua morando na China, para desenvolver este trabalho, para lançar...

Sim, para lançar. Na Cidade do México nós lançamos há duas semanas.

Me fala qual é a rota de ampliação, a receptividade das pessoas, dos governos...

Em todas as cidades que a gente opera fora da China, sempre temos a autorização expressa, formal dos governos. Na Cidade do México não foi diferente, tivemos formalmente a aprovação para operar no bairro mais desenvolvido da Cidade do México chamado Polanco, que seria o equivalente a Praia do Canto em Vitória ou o Itaim Bibi em São Paulo. Nesse bairro começamos com 1.500 bicicletas e vamos chegar a 6.000. Vamos atender não só o pessoal que mora, mas, também, que trabalha no bairro. E a questão da receptividade é muito interessante. Nos primeiros dias, quando eu estava usando a bicicleta, as pessoas olhavam para mim como se eu fosse um alienígena. O que está acontecendo aqui? Abrindo a bicicleta, fazendo barulho, tinha muita curiosidade, as pessoas perguntando... e tal... e aconteceu uma situação muito engraçada. No dia em que a gente lançou mesmo, deixamos as bicicletas nas ruas, fomos comemorar, fomos a um restaurante e deixamos as bicicletas em um bicicletário próximo e depois de uns 15 minutos chegou o vallet desesperado chamando a gente e dizendo; “Senhor, senhor, roubaram duas bicicletas...” E na verdade já eram duas pessoas que tinham baixado o aplicativo, compraram o passe mensal, ou coisa assim, e já passou a usar a bicicleta. Como o senhor não conhecia o modelo achou que tinham roubado as bicicletas. Foi muito legal.

É claro que precisa de um trabalho de conscientização, tem que ter uma parceria governamental. As ruas estão com muitos carros, São Paulo está um absurdo, Vitória também, aliás, todo o Brasil tem carros demais. Vocês trabalham justamente na contramão disso aí. Com certeza estudos foram feitos para mostrar que a tendência de transporte pessoal é essa. Você parar de consumir menos petróleo. Ter um meio de transporte mais saudável, não só para si, mas para os outros. Você acha que esses estudos estão sendo feitos há quanto tempo?

Eu posso usar como exemplo uma cidade da China chamada ChengDu, onde os pandas são nativos, relativamente famosa, hoje em dia a MoBike é o segundo maior modal de transporte dessa cidade. Já passamos o metrô! A cidade é muito grande, tem mais de oito milhões de habitantes. Hoje, aproximadamente, três milhões de viagens são feitas em automóveis por dia! Dois milhões de viagens são feitas pela MoBike e em terceiro lugar vem o metrô com 1,5 milhão de viagens por dia. E a empresa MoBike só está há 22 meses em operação. Aliás, a MoBike bateu record em rapidez ao levantar um bilhão de dólares de investimento na China. O nível de crescimento, a aceitação do público, por que não adianta só botar a bicicleta na rua, o povo tem que usar, foi incrível na China. Por isso que os investidores continuaram botando dinheiro.

Novos rumos e novos hábitos estão chegando?

Com certeza.  Está acontecendo em todo mundo, já está acontecendo em Vitória, as pessoas estão compartilhando os ativos. Em termos práticos, ao invés de você usar seu carro, usar apenas o Uber ou outro aplicativo, para ir e voltar ao trabalho. Em Vitória, por ter ainda muito estacionamento gratuito nos estabelecimentos comerciais, ou por serem baratos, as pessoas ainda não usam tanto, mas, em São Paulo, onde o estacionamento é muito caro e o trânsito é horrível, tenho amigos que venderam os carros, investiram o valor da venda e simplesmente usam o Uber para todos lugares que vão. E, quando quer viajar no final de semana com a namorada, por exemplo, aluga um carro. No meio de semana não precisa do carro. É igual a bicicleta. Segundo estimativas, o Brasil tem uma frota de 70 milhões de bicicletas, mas o grosso mesmo fica parado no bicicletário.

É uma forma de vida mais desapegada, mais prática, mais saudável.

Pessoalmente acho muito bom. Pego a bicicleta, deixo na estação do metrô, saio do metrô, pego uma outra bicicleta do outro lado, sem preocupação de que alguém vai roubar sua bicicleta, botar o cadeado, levar a chave, esquecer a chave em algum lugar. É muito bom. Muito desapegado. Cada vez está indo mais nesse sentido, de compartilhar ativos. Por uma questão econômica. Economicamente faz mais sentido. É mais barato não comprar um carro ou bicicleta e simplesmente pagar apenas quando for usar aquele meio de transporte.  

Vamos desapegar do carro!

O legal é você parar a bicicleta em frente à sua casa e não dentro da sua casa. No outro dia, ela pode não estar lá, mas, terá uma outra perto de você, aí você anda até lá...

Que também e saudável...

Só uso bicicleta na China.

Você trabalha, viaja e ainda estuda na China. Seu dia é maior que o meu (rs)?

(rs) É a loucura da vida. Ainda tenho minhas obrigações do mestrado. Essa semana, por exemplo, estou em aula, mas estava aqui a trabalho. Por outro lado, o motivo da fundação é exatamente esse, a conexão entre oriente e ocidente. E a minha missão na MoBike está muito alinhado. É trazer mudanças nas cidades e estou trazendo este modelo. Estou perdendo aula esta semana, mas acho que o Stephen Shwazman está feliz com o que estou fazendo.

Quando terminar o mestrado, quais serão os próximos passos?

Tem muita coisa legal vindo da MoBike. Estou indo para Nova Iorque amanhã, conversar com alguns investidores que temos, para a América Latina possivelmente, dando tudo certo, e acho que vai dar, acelerar a expansão da América Latina. Tô bem animado.

Então você termina o mestrado e continua nesta mesma empresa?

Já trabalho em horário integral pra eles. Mas eu vou terminar o mestrado.

Bem Erick, vou terminar esta entrevista de forma diferente do que faço normalmente. Primeiramente, desejo muito sucesso. É muito bom assistir de perto suas vitórias! Quero terminar esta nossa incrível entrevista com seu relato de suas realizações.

Os sonhos de criança é que nos alimenta no dia a dia. Dinheiro, status, fama é legal, você quer ter uma estabilidade para sua família, obviamente isso é extremamente importante, você tem que procurar ter uma estabilidade financeira, familiar, mas, o que faz você acordar cedo para trabalhar, o principal motivador, é você estar trabalhando com alguma coisa pela é apaixonado e, muitas vezes, é um sonho de criança. Ninguém deixa de ser criança lá no fundo. Você fica mais velho, mais sério, mas aquele sonho de criança de pegar o mapa, marcar os países que gostaria de ir ainda, riscar os que já fui é inenarrável. Obviamente que não é todo mundo que tem condições de poder trabalhar com que gosta. Mas, se dentro do possível, você puder levar suas escolhas para o que te motiva, pelo que você é apaixonado, e ter uma situação financeira estável, acho que é a decisão mais sábia. A gente gasta um terço da nossa vida no trabalho e se não formos feliz nele, a chance de ser infeliz ou ter uma depressão é muito grande. É importante ser feliz no trabalho. Vocês são exemplos disso. Vocês são apaixonados pelo que fazem. Se não fosse assim, não estriam a mais de 30 anos fazendo comunicação. Não sou ninguém para ensinar, sou muito novo ainda e tenho muito que aprender, mas, o que aprendi foi isso, a decisão acertada que fiz na minha vida foi não trabalhar nas coisas que, a curto prazo, me dariam mais dinheiro ou me dariam mais status. Fui trabalhar no que me deu prazer. Acho que tomei a decisão correta (rs).

Obrigado pela entrevista e, acredite, aprendi muito! Aliás, há tempos não faço uma entrevista tão enriquecedora!

Obrigado a você. Porque o seu trabalho influencia o meu. Estamos aqui para contribuir. Um dos papéis da imprensa é contribuir para a vida melhor do cidadão. E esperamos que a MoBike chegue em Vitória.

Com certeza.


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