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Luan Santana faz pocket show em avião da Gol no trecho BH - RJ

e canta seu novo sucesso CHECK IN que será lançado no próximo dia 8

02 de DEZEMBRO de 2017

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Luan Santana faz pocket show em avião da Gol no trecho BH - RJ

“Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.” Esta máxima do filósofo alemão Friederich Nietzshe retrata, em linhas gerais, a sinopse do novo clipe de Luan Santana. Gravado na capital da Colômbia, o inédito trabalho do cantor ganha um título curto, mas forte para o que se propõe: “CHECK IN”. Basta dizer que, para este registro, o americano Gil Green (que já dirigiu entre outros John Legend, Chris Brown e Akon) reúne elementos dignos de um filme, com efeitos especiais, tomadas densas, detalhando expressões, enfatizando ações e olhares... Mais: despertando o ator que existe no protagonista, neste caso o próprio Luan Santana. Nos estúdios da RCN, a maior Rede de TV de Bogotá, ele contracena com Rosmeri Marval, atriz venezuelana radicada no país. Foram necessárias quase 20 horas de gravação ininterrupta para a megaprodução, que promete ser um divisor de águas na consolidada carreira do astro. 

As cenas iniciais remetem a algum filme de Alfred Hitchcock, como a técnica nas posições e movimentos das câmeras, realçando o efeito de suspense. É aquela atmosfera em que os personagens agem como se o espectador estivesse observando a sua vida. A sensação é a de que CHECK IN é a trilha sonora de um filme. E não o clipe de uma música. Confusa a relação entre o que é clipe de uma música e trilha de um filme? Talvez seja esta a força inerente ao vídeo.

POR DENTRO DO CLIPE

Passos de uma mulher, usando sapatos branco de saltos, orquestram nota por nota anunciando a música.  Ela está de costas. O andar é leve, ao mesmo tempo marcante. A cena sobe e mostra a sua silhueta indicando o enredo. Ela é uma enfermeira de um hospício. Câmera fecha. As belas mãos abrem a janela da solitária. Ela olha firme. Abre-se o cenário do confinamento. Num canto, ele de camisa de forças, sentado no chão, encostado na parede. A mulher entra, a respiração processa fôlego a fôlego, o olhar marca, há o choque da presença dela no local. Ou seria no pensamento? Bocas se encontram para um beijo se fundir na entrega de um remédio ao paciente. Simbologia pura do que a alquimia de um beijo pode causar na memória. Em meio às alucinações do protagonista, as notas crescem, crescem e impactam com a música que envolve a história. O som serve à imagem. E vice-versa. Ela corta os longos cabelos dele (*), com garra, fazendo uma analogia do que pode tirar de sua cabeça, ou marcar de vez a sua consciência ou inconsciência. No amor que leva à loucura ou na loucura que move o amor, Luan remete a sua musa até a Tailândia. Como uma sexy deusa tailandesa, no figurino tradicional e na maquiagem típica, ela o seduz num cenário de luz e magia, com velas, castiçais, almofadas coloridas, com os dois em uma cama redonda, insinuam, instigam ao ato. O imaginário de um louco de amor fazendo CHECK IN.

Da sensual dança que CHECK IN provoca, corte para outra cena, sempre através do olhar de ambos: presa e predador.  Agora, ela aparece como uma deusa africana, com sua maquiagem étnica, suas indumentárias e figurino tribais. Ao lado de outras bailarinas com roupas iguais, a musa enfeitiça o personagem com os seus ritos e ritmos.

Mas é em outro cenário, o de alguma selva deste mundo, que as alucinações vão além da imaginação. Às vezes fera, um leopardo, às vezes mulher, ela provoca, ataca, enfatiza a sua ação: será que Deus fez mesmo a mulher de uma costela de Adão?

O clipe pode despertar várias sensações nos quatro minutos que a música durar. Mas é fato que só Luan Santana para traduzir a realidade da ficção a que se entregou de corpo e alma nesta filmagem. “Dizem que, em Bogotá, estamos a 2.600 metros perto das estrelas. Isso porque a capital da Colômbia é a terceira mais alta do mundo. Essa geografia poética me fascina da mesma forma que me encanta a história deste país. Durante muitos anos, a Colômbia foi sinônimo do narcotráfico e de guerrilha. Foi! Isso foi passado protagonizado por Pablo Escobar. Lá, a reviravolta aconteceu. É para este país vibrante, mutante e que tem se tornado referência mundial no combate à violência e em mobilidade urbana, que eu gravei este videoclipe com uma vibe diferente, mas com um jeito novo de demonstrar romantismo. Afinal, esta é a minha essência, em meio às alucinações que a arte nos conduz.”    

Em tempo: o lançamento está previsto para 8 de dezembro pela SOM LIVRE  e envolve grandes. Prepare-se! 

Fotos Francisco Cepeda/AgNews

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