Diego Fragoso entrevistado por Luiz Alberto

Uma trajetória de sucessos em sua carreira de modelo internacional, produtor musical e DJ

13 de SETEMBRO de 2021

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Diego Fragoso entrevistado por Luiz Alberto

Olá, meus queridos leitores. Hoje eu trouxe para vocês mais uma ótima entrevista! Aliás, vou deixar que julguem por si mesmos. Mas vou adiantando que o gentil Diego Fragoso tem uma trajetória de sucessos em sua carreira de modelo internacional, produtor musical e DJ! Mas não é só isso, viu? Convido vocês para me acompanharem neste bate papo enriquecedor com um dos caras que ama e busca aprender, mais do muito que já sabe, sobre o seu ofício. Por isso mesmo, ele sabe bem o que faz e como faz. Então, vamos conversar com ele?

LUIZ ALBERTO: Tudo bem Diego? Bem-vindo!



DIEGO FRAGOSO: Tudo ótimo! Muito obrigado!



LUIZ ALBERTO: Obrigado você.



DIEGO FRAGOSO: A correria foi grande ontem e hoje.



LUIZ ALBERTO: Vamos começar pela sua carreira de modelo internacional? Porque tem história aí, hein? Você é de Alagoas?

DIEGO FRAGOSO: Sou natural de Maceió, Alagoas, e vivi lá até os meus 16 para 17 anos, quando entrei para o mundo da moda. E tive um acesso muito rápido ao mundo internacional porque, por algum motivo, Deus quis que fosse dessa forma, minhas fotos caíram nas mãos de pessoas que tinham muita influência no mercado da moda, entre eles o Ricardo Tisci, da Givenchy. Eles estavam procurando perfil como o meu, moleque que nunca tinha feito nada, tivesse cara de caiçara, que praticasse esporte e tatuado. Na época foi um diferencial grande. Então eu comecei minha carreira na moda fazendo campanha para uma das marcas mais famosas do mundo que eu nem sabia pronunciar o nome.

LUIZ ALBERTO: (Risos) Que legal!

DIEGO FRAGOSO: Eu não tinha nem ideia. Quando eu cheguei à minha agência, na Itália, eles estavam abrindo champagne e eu não entendia o porquê. O tamanho da importância do trabalho. Muitos modelos trabalham muito e as vezes nem conseguem chegar a uma posição que realmente seja agradável e eu dei muita sorte. Daí para frente foram muitas campanhas legais.

LUIZ ALBERTO: Você trabalhou para muitas marcas famosas?

DIEGO FRAGOSO: Campanha mesmo, fiz para a GivenchyGiorgio ArmaniArmani ExchangeD&D, a segunda linha da Dolce&Gabbana. Fiz muitos desfiles para Yves Saint LaurentLouis VuittonCalvin KleinGiorgio Armani. Fiquei exclusivo para Givenchy em Paris por seis anos e fazia quatro a cinco campanhas por ano para eles, além de todos os desfiles...

LUIZ ALBERTO: Que cometa, hein rapaz! Que ascensão!

DIEGO FRAGOSO: Cheguei a ser um dos modelos mais importante do mundo no meu primeiro ano de profissão. de acordo com a revista Model.Com.

LUIZ ALBERTO: Wow! É mesmo? Que bacana!

DIEGO FRAGOSO: Hoje eu teria até aproveitado de uma forma diferente, se já tivesse essa cabeça de hoje.

LUIZ ALBERTO: Você morou em Paris, Nova York, Milão e morou no Tibet?

DIEGO FRAGOSO: Tibet, Singapura, China, Tailândia, Taiwan, Los Angeles, morei em vários lugares.

LUIZ ALBERTO: Nossa! Morar em todos esses lugares exóticos, espetaculares, deve ter sido uma experiência maravilhosa...

DIEGO FRAGOSO: Maravilhosa. Me ensinou muito. Sempre falo para os meus filhos que eles tenham a oportunidade de viajar como eu tive. Acho que te engrandece muito como ser humano.

LUIZ ALBERTO: Enriquece, engrandece. E você começou no mundo da música. É DJ e produtor musical.

DIEGO FRAGOSO: A minha história com a música vem antes da moda. Eu tocava em algumas bandas e na época que fiquei na moda, fiquei fora do show business. Eu me apresentava nas baladas de Milão e Paris, mas era mais um hobby. Quando cheguei ao Brasil, a Taty Zeitunlian estava assessorando o Reynaldo Gianecchini e o Alok. Ela queria que eu fizesse uma assessoria de moda, mas, não era bem isso que eu queria. Eu fiquei muito tempo viajando e meu filho estava ficando mais velho, o primeiro, e eu queria que ele tivesse uma base, um lar, um lugar que ele chamasse de casa. Ele viajava demais comigo. Aí falei para ela sobre a música e, como na moda, aconteceu na música também. Em seis meses estava tocando nos principais clubs do Brasil e comecei a tocar na China de novo. Foi um trabalho que pensei que fosse ficar mais calmo no Brasil e comecei a viajar que nem louco também. Então, sempre estive no lugar certo, na hora certa. Sempre abri minha mente, sempre atraí muito. Contatos, pessoas, estar sempre junto com pessoas iguais a mim ou melhor do que eu.

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