26 de FEVEREIRO de 2025
Entre a tensão de um thriller e a doçura de uma narrativa cheia de música e esperança, Camilla Camargo vive um momento de efervescência artística. Enquanto aguarda a estreia de “A Caipora”, onde ocupa o posto de protagonista nas telonas, a atriz encara um papel que se conecta diretamente com sua própria história, por trás das câmeras, no novo filme “Coração Sertanejo”.
Na trama, rodada em Ribeirão Preto, ela dá vida à produtora musical Bruna , que impulsiona a jornada de Vanessa ( Gabi Cardoso ) e Pedro ( Victor Medeiros ), dois jovens interioranos determinados a conquistar um festival de música sertaneja. Com previsão de estreia para o segundo semestre deste ano, a produção também explora os contratempos do amor e a importância de manter viva a magia da juventude em meio aos desafios da vida adulta.
Antes de construir uma carreira sólida como atriz, Camilla se formou na Rádio e TV pela FAAP, período em que trabalhou como produtora. Sobre o paralelo traçado com sua vida real, ela comenta: “ Foi como voltar no tempo e reviver uma das primeiras facetas da minha trajetória profissional. Bruna me fez lembrar de quando eu sonhava com as histórias que queria contar, mas ainda estava nos bastidores. É fascinante como a arte tem essa capacidade de fazer a gente reencontrar o si mesmo ”, reflete a atriz.
Ao abordar a preparação para o papel, ela revela que mergulhou em memórias e experiências da época: “ Revisitar isso tudo na pele da Bruna foi um convite para lembrar o quanto o início da minha carreira também foi feito de muitos bastidores, e que essas experiências me prepararam para estar onde estou hoje ”, conta.
Com direção de Flávia Orlando , o longa-metragem reúne ainda Catarina Abdalla , Rocco Pitanga , Ceará e Hélio De La Peña no elenco, com a promessa de unir humor, emoção e uma trilha sonora vibrante para celebrar a força dos sonhos e das raízes do interior: “ É um filme que vai encantar pela simplicidade e pela profundidade ao mesmo tempo. É sobre sonhos, mas também sobre se encontrar. É leve, mas traz reflexões que nos conectam com o que realmente importa ”, antecipa.
Entre um conjunto e outro, a atriz ainda se diz grata pela oportunidade de transitar por papéis tão diversos em sua carreira, que neste ano completa duas décadas: “ A beleza da atuação é exatamente essa capacidade de se transformar. Da intensidade de um thriller, como 'A Caipora', e que senti também no cinema com 'Travessia', à familiaridade de 'Coração Sertanejo', cada papel é um novo pedaço do mundo que eu posso descobrir. E acho que o público vai sentir isso: que cada história, por mais diferente que aparece, tem algo de muito humano para nos mostrar ”, conclui.
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