07 de JUNHO de 2026
O traje foi desenvolvido ao longo de oito meses em colaboração entre o Atelier Dior e a equipe de Alta-Costura da maison, exigindo mais de 640 horas de trabalho artesanal.
A criação teve como ponto de partida referências da coleção Christian Dior Primavera-Verão 2026 e combinava formas orgânicas, volumes esculturais e diferentes texturas que remetem aos códigos da casa.
Ao longo do processo, Elisa Zarzur realizou cinco viagens a Paris. Anteriormente, ao lado da stylist Rita Lazaroti e visitou algumas das mais importantes maisons antes de encontrar na Dior a conexão que buscava. "Quando vi os primeiros sketches, soube que era ele. Não precisei de mais nada para decidir. Foi o vestido que eu não sabia que estava procurando", afirmou a noiva.
Após diversas trocas com a marca, a confecção levou 640 horas de trabalho e teve, entre seus significados, uma homenagem especial: a peça marca o último trabalho assinado pela costureira mais antiga ainda em atividade no atelier. A prova final aconteceu em Los Angeles, durante a passagem de Elisa pelo desfile de Dior Cruise.
A silhueta foi inspirada em curvas encontradas na natureza. Sua construção superior se afasta delicadamente do corpo, criando um efeito de pétala que remete ao vocabulário criativo da maison. A renda marfim utilizada é uma Chantilly francesa tecida à mão e bordada com cristais.
O modelo é composto por costas profundamente abertas, revelando dois painéis de renda. Além de uma saia longa de cintura alta em cetim duchese 100% seda e renda Cyclamen de criação especial, com forro em tafetá e crepe de seda leve.
A Dior também coordenou os demais elementos do visual, incluindo o véu, os sapatos e o buquê.
Para completar a produção, Elisa usou colar, brincos e pulseira em platina com diamantes de Alta Joalheria Tiffany & Co. Foi ou o vestido dos sonhos?
Fotos: Lufz
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