Jesus Luz, o multi talentoso DJ, modelo, ator me conta sobre a retomada da carreira e os projetos

Na Stalkeados por Luiz Alberto

31 de OUTUBRO de 2021

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Jesus Luz, o multi talentoso DJ, modelo, ator me conta sobre a retomada da carreira e os projetos

Meu entrevistado de hoje não poderia ser melhor! Jesus Luz, ator, modelo, DJ e produtor musical que compõe músicas lindas. Jesus Luz é sempre doce, gentil, enfim, uma pessoa muito querida! É daqueles caras que a gente tem prazer em sentar para levar um bom papo e conversar sobre qualquer assunto. Difícil não gostar de gente assim, concordam? Pois então, queridos leitores, estou muito feliz de ter trazido aqui para nossa página de domingo e a nossa capa também, um brother que eu faço questão de tê-lo sempre aqui participando da nossa publicação, do nosso trabalho de um modo geral. Enfim, adoramos ter Jesus em nossa vida. Aliás, adoramos ter os dois Jesus em nossas vidas.

LUIZ ALBERTO: Meu querido, prazer ter você aqui comigo, poxa é muito legal!

JESUS LUZ: Prazer é todo meu.

LA: Um grande amigo que fiz através da internet e acabou que a gente ficou irmão. Bacana isso aí, você é um cara nota um milhão. Como você escreveu pra mim lá no zap. E que bom que você tá voltando ao trabalho. Assim devagarzinho, não é? Mas está voltando... Como foi esse período da pandemia?

JL: Foi um tempo de muita reflexão e autoconhecimento, com certeza. A gente teve, como família, uma oportunidade de estar se conhecendo e conhecendo o outro, ? Foi muito importante para a gente.

LA: Muita aproximação com a lindona da Malena (filha), coisa mais fofa do mundo, tá linda meu Deus. E a lindona da Carol (mulher), maravilhosa! Ela vai ser capa em janeiro. Avisa pra ela hein

JL: Nossa, fechadíssimo! E brinco com ela que os casais que sobreviveram à pandemia, sobrevivem a qualquer coisa.

LA: É verdade. Mas eu vi nos instagrans de vocês muito amor, muitas postagens cheias amor... Achei muito lindo.

JL: Tem mesmo. A convivência é sempre muito desafiadora para qualquer casal e a pandemia fez isso vezes mil. Colocou a convivência à prova. Não tinha como sair, viajar, não tinha trabalho, não tinha desculpa para não conviver com o outro, ? Então, evoluímos uns anos em meses.

LA: Isso é que foi o mais legal. Você e sua família passaram muito carinho para gente que está aqui do outro lado do Instagram. Isso foi muito bom. E por falar em família, eu gosto muito da sua mãe Cris, minha amiga querida que me segue e está sempre acompanhando. Linda ela!

JL: Está em Parati agora. Curtindo.

LA: E tem seu irmão Doug Rey (Douglas). Que família abençoada. Por isso que o sobrenome é Luz... O Doug também trabalha com música. Não é?

JL: Na Califórnia.

LA: Vamos falar um pouco da sua trajetória. Você fez Casa das Artes Laranjeiras, excelente! É modelo, ator e tem participações em vários filmes. Foi descoberto como modelo em 2007?

JL: Cara, sou péssimo com datas. Tenho que olhar o Google para olhar essas datas, porque não lembro. (risos)

LA: Aqui está dizendo 2007, mas eu acho que foi antes que você fez Fashion Rio, não foi?

JL: Foi. Desfilei para a Reserva.

LA: Foi o seu primeiro trabalho?

JL: Ah, sim, um trabalho de peso. Foi o primeiro contato com a passarela, acho que foi esse desfile no Fashion Rio, para a Reserva.

LA: Depois você já foi para fora, porque tem Dolce Gabbana aqui no seu currículo. Foi para Milão e já foi correndo o mundo como modelo. E aí, como é que você se descobriu dentro da cena musical na qual você se encaixa perfeitamente bem? Seu som é espetacular. Esse último feat que você fez com os meninos lá de Cancun, eu recebi e a música é espetacular.

JL: Curtiu muito? Tem muita coisa para lançar esse ano ainda. A gente está fazendo grandes parcerias.

LA: Edlez me mandou. Sensacional. Ele é um querido o Edlez. Mas vamos falar da sua trajetória de DJ que resultou numa carreira internacional muito bacana.

JL: Nesse ano eu ainda passo pelo Canadá, México e Estados Unidos. A gente ainda tem, nesse curto período de tempo, uns eventos importantes para fazer. Vou tocar no Canadá com a galera do Chá da Alice, conhece? Essa festa vai ser com essa galera. É uma produção de peso, vai ser bem legal. Nesse ano ainda acontece muita coisa...

LA: Antes de continuarmos falando sobre sua carreira, quero te parabenizar sobre as lives que fez, porque foram de muita importância e ajudou muita gente. Arrecadou muita comida para o povo que estava sofrendo, enfim, que atitude mais bacana que vocês tiveram de fazer essas lives. Deixo os parabéns para você, e os irmãos John Johnny (produtor e DJ) e o Shia (modelo e ator) que estão sempre junto com você. Voltando à sua carreira internacional. Você chegou a ganhar prêmios consecutivos, em 2011 e 2012, como DJ, em premiação de música eletrônica não é isso?

JL: Já te falei, você está vendo essa data aí, deve ser. (risos)

LA: (gargalhadas)

JL: Eu não me lembro de data nenhuma Luiz Alberto, você não tem ideia. Ganhei alguns prêmios que foram muito importantes para mim, principalmente na cena eletrônica. Até por eu ser modelo e ator, migrar para essa área da música, não foi fácil para mim, estar consolidando uma carreira, ? Então esses prêmios foram muito importantes. Esse reconhecimento do público de outros profissionais para eu poder trilhar essa jornada tão maravilhosa cheia, cheia de energia.

LA: Pois é, era isso que eu ia te perguntar. Você migrar para a carreira de DJ e claro que você já tinha uma paixão pela música e isso tudo é dom. E aí você se tornou esse gigante dentro da música eletrônica do país e no mundo. Você foi sofrendo aquele tipo de preconceito de modelo que passou para DJ? Essa história bobinha, que parece que ninguém tem o direito, certo?

JL: Você vê isso acontecendo até hoje. São cantores que vão fazer uma novela que passam por isso. São atores que migram para música. Acho que sempre vai existir. Eu acho que quem chegou antes ali no pedaço acha que é o dono, não sei (risos). Eu não sei. Acho que tem que pagar pedágio.

LA: Háháhá... Tem que pagar algum tipo de pedágio para poder entrar nesse grupo fechadíssimo, esse grupo impenetrável, é isso? (risos)

JL: Exatamente. Vai ser para sempre assim, não tem jeito, a gente tem que dar o nosso melhor para poder se consolidar.

LA: Nada que o talento não derrube.

JL: Perseverança!

LA: A última vez que nos falamos você estava num perrengue danado de avião, tentando voo de volta para casa...

JL: Foi tenso.

LA: São os acasos da correria, da estrada.

JL: Aquele lado que ninguém vê. A galera só vê o lado bom, o glamour, o palco. Temos que postar mais esses momentos para a galera sentir também junto com a gente como é que são os desafios. É legal incluir isso para eles verem. Acho que é uma forma de conscientizar e dar mais valor para o artista também. Valoriza como ser humano, ver a batalha diária.

LA: Exato. Vou te levar para Vitória, hein? Pra minha cidade agora no verão para fazermos um reboliço na cidade.

JL: Vamos junto.

LA: Você assinou um contrato com a Record Entertainment para lançamento do seu próprio disco, mixadas por você, e saiu pela Warner Music.

JL: Isso. Foi um CD que a gente lançou em parceria com a Record e foi muito legal na época e tivemos um feedback muito positivo. Para mim, como DJ, ter aquele CD ali com as minhas tracks, com a minha seleção, foi algo bem especial.

LA: Para que lado tende mais a sua música?

JL: Eu sou bem eclético dentro da música eletrônica, sempre fui. Sempre gostei muito de colocar muito rock and roll, música brasileira no meio do set, até funk, hip hop. Uma coisa que desenvolvi muito tocando pelo mundo, pelo Brasil, é trazer uma fluidez no set mesmo com todas essas cores. É como se eu jogasse um monte de cores num balde e daquilo ali saísse uma algo harmônico, entendeu? Não é fácil, são muitos anos fazendo isso para conseguir ter essa versatilidade. Porque eu toco o que eu curto. Sou muito aberto a todo estilo de música. Consigo escutar tudo hoje em dia. Antigamente ainda tinha algum preconceito ou outro e falar “isso aqui não, isso aqui não dá para ouvir”. Hoje em dia tenho a cabeça muito aberta. Se a música for boa, eu estou escutando. E se der para jogar dentro do set, vou jogar, entendeu? É isso. Dentro da música eletrônica, eu estou bem. Sou igual bambu, flexível demais e vamos embora!

LA: Eu adoro essa mistura, essas releituras de alguns sucessos de algumas épocas. Eu acho que não sou só eu, acredito que todo mundo gosta de uma releitura de uma música que explodiu na época. Sei lá, uma Gretchen misturada com sei lá o quê... Háháhá!

JL: A galera pira muito, a galera se amarra muito.

LA: Eu piro, porque eu gosto. As lives que você fez, e eu acompanhei todas, fiquei muito feliz, muito feliz com toda sonoridade. Porque todas têm o seu talento. Você é muito bom.

JL: Muito obrigado, obrigado.

LA: Gosto muito de ouvir você. E sua carreira de ator? Você se aventurou um pouco, mas não é muito a sua, ou estou enganado?

JL: Então, a minha carreira, me aventurei, curti muito eu tenho uma paixão muito grande. É mais a questão de organizar a vida para poder entrar nos projetos. Porque já tentei fazer novela e tocar e não foi muito boa a experiência. Eu chegava ao set cansado, abatido de ter feito três shows no final de semana. Então, hoje em dia, nas últimas vezes que trabalhei, tive mais maturidade. No meu último trabalho na Netflix, que a Sabrina Sato também participou, junto com um grande elenco, tive mais foco, vamos colocar assim, de saber sacrificar minha carreira de DJ, dar uma pausa, para focar 100% na carreira de ator. São duas carreiras que exigem muita energia vital e muito foco, entendeu? Para fazer um trabalho de qualidade como ator, não é fácil. É uma coisa que você tem que estar de corpo e alma ali. Então, acho que com o passar do tempo, com os anos, a maturidade me trouxe isso, de não quer abraçar o mundo todo ao mesmo tempo. É algo que planejo para 2022 agora, com certeza, dar uma retomada na minha carreira de ator. Vou me colocar mais em evidência. Para isso vou reativar meus contatos, enfim, porque eu sinto falta, sabe? Ficar o ano inteiro trabalhando só como DJ e modelo sinto que está faltando alguma coisa. Alguma expressão artística dentro de mim não está sendo nutrida.

LA: E, para quem não sabe, você participou das novelas Aquele Beijo e Guerra dos Sexos, da série Se Eu Fosse Você. Participou de Saltibum, do filme Vai Que Cola, uma participação muito engraçada, você foi DJ gato e policial (risos). Participou também de Dancing Brasil, da temporada 2, olha só... Eu não vi. Tem programas de televisão que não consigo assistir. Vejo mais novela, porque gosto muito de novela, mas no tempo que tenho disponível

JL: Te entendo.

LA: Continuando, fez o curta A Luz da Lua, em Amor.com você foi Jesus Luz mesmo, então, você já está com uma experiência boa com tela e câmeras, certo? Agora é só planejar para voltarmos te ver novamente nas telas. Tem Netflix por aí?

JL: Eu fiz agora, essa que eu te contei. Foi a minha última experiência, foi o reality Z, com a Netflix, bem legal também.

LA: Vamos falar mais da carreira de DJ. Você voltou para a estrada, você sentiu a diferença do antes e o agora? Agora tem que ter alguns cuidados, mas, estamos voltando ao normal.

JL: Agora estou sentindo muito próximo da normalidade em muitos lugares que eu toco. Mas, no início, primeiro vieram as lives, que foram eventos que, até brinco um pouco com isso, porque a gente quer ajudar ao próximo, quer fazer o bem, mas, no fim das contas, o maior beneficiado somos nós! A ironia do altruísmo, que no fim das contas quem está sendo abençoado é você mesmo.

LA: Claro!

JL: E a gente teve muito cuidado nas lives, foi um desafio danado, porque acaba tendo um público aqui ou outro ali, pra gente organizar. Foi bem desafiador conseguir fazer tudo cem por cento. Depois começaram a vir os eventos com muitas restrições, coisa surreal, e realmente era o que tinha que ser, era o certo a se fazer. Agora, acho que já está numa fase que a galera já não está suportando mais e, por ter questão da vacina, está todo mundo meio que ligando o sinal verde e muitos lugares que deveriam ainda ter uma restrição ou outra já não estão respeitando tanto isso. E isso, realmente, foge totalmente da mão do artista...

LA: Não se pode controlar isso.

JL: Vou virar o chato ali, controlando a galera, não dá, sabe? Tenho que ser neutro no evento, não tem jeito. No evento eu não posso obrigar ninguém a fazer nada. Então a gente tá nessa fase, é o que eu estou vivendo. Eu participei de um evento muito importante em Miami, que foi a reabertura dos eventos. Eu estava nos Estados Unidos e foi bem especial também. A galera entrou com teste, álcool em gel, enfim, estava super bem organizado em relação a isso, mesmo sendo já num momento muito positivo para os Estados Unidos, entendeu? Aqui no Brasil vejo muitos eventos seguindo as coisas e outros lugares não, aqui a gente fica meio dividido, entre ter uma postura legal ou não.

LA: É uma questão de estado para estado. Acho que em um mês essa coisa vai estar resolvida. Porque não é possível, com a metade do país, metade dos estados já estão com mais de 70%, de 60% de vacinados. Pelo amor de Deus, já está na hora de voltar.

JL: Ainda mais pra gente do entretenimento, não querendo vitimizar, cada um sabe a dor e o perrengue que passou, mas a galera do entretenimento sofreu muito. Foram os primeiros a parar e estão sendo os últimos a respirar. Não teve jeito, porque os eventos, o entretenimento, ficaram nos últimos da lista para poder voltar. Então, na minha opinião, está vacinado, está tudo certo, já fez o que tinha que fazer. É isso, voltar a ter um convívio social.

LA: Exato. É o que sempre digo. Vocês artistas sofreram muito porque têm um monte de gente com vocês. Os técnicos, o cara da luz, o cara que carrega o som, é muita gente sem poder trabalhar. Ainda bem que você está voltando, outros artistas também estão voltando... Mas, enfim, vamos falar mais também um pouquinho do Jesus modelo que manda muito bem nas fotos. (risos)

JL: Gostou?

LA: Gostei das fotos, estão excelentes. Vou usar uma foto, inclusive, que você está super verão.

JL: Quando vai publicar nossa matéria?

LA: Domingo. Domingo vai para o site transcrita aqui e depois vai para o podcast e para o nosso canal da revista no YouTube que estamos começando.

JL: Maravilha.

LA: Estou muito satisfeito de fazer essa capa com você. Muito feliz, porque a gente conversou tanto, a gente acaba ficando amigo das pessoas, e você é um cara adorável.

JL: E a gente tem que trabalhar porque a gente acredita na gente, não é?

LA: Exatamente.

JL: A melhor energia é essa.

LA: Meu querido, eu sei que você tem muita coisa para fazer, sei que você está aí preparando a sua turnê e vamos encerrar. Eu quero mandar um beijo para sua família, a Cris sua mãe, que é maravilhosa que eu adoro, a Carol, a Malena até para o Doug Rey, lá na Califórnia. (risos)

JL: Gratidão, irmão.

LA: Valeu falar com você. Espero que esse ano a gente fale muito mais! Seja pessoalmente, pelo whats app ou pela internet, seja lá o que for. A PORTFOLIO é sua e você sabe disso.

JL: Tamo junto, irmão. Obrigado mesmo, de coração.

LA: Um beijo para você, tudo de bom.

JL: Um beijo para você.

Bem, apesar de ser bastante suspeito para falar, já que gosto bastante do entrevistado deste domingo, me sinto feliz por mais uma ótima entrevista. Desta vez, mais feliz ainda por o meu entrevistado ser um bom amigo e um artista que admiro. E, como sempre digo, espero que tenham gostado tanto quanto o LA aqui de vocês gostou. Bom domingo, divirtam-se, curtam sua família, seus amigos e sigam a nossa página @revistaportfolio para saber como andam os famosos e fabulosos.

FICHA TÉCNICA

Foto: Vinny Nunes @vinnynunes_ l Beleza: Francis Silva @francisfsmakeup l Stylist: Gugu Ribeiro @guguribeiroo l Locação: Hotel Riale Brisa Barra @rialehoteis l Assessoria de imprensa RL Assessoria @rlassessoria

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