02 de FEVEREIRO de 2026
Com mais de 1,5 milhão de seguidores nas redes sociais e uma carreira que transita entre novelas, cinema, musicais e publicidade, o ator curitibano Fhelipe Gomes vive um dos personagens centrais de “Meu Avô Stanislau”. O telefilme estreia hoje, 2 de fevereiro, logo após o Big Brother Brasil, na Tela Quente apresenta: Cine BBB, na tela da RPC e da TV Globo para o Brasil inteiro.
No filme, ele interpreta Boris, um jovem da geração Z, conectado ao mundo digital, que vê sua rotina virar de cabeça para baixo ao passar alguns dias com o avô no interior do Paraná. Para Fhelipe, fazer parte do projeto foi mais do que um trabalho, foi uma experiência pessoal marcante.
Apesar de nascer e viver no Paraná, Fhelipe conta que não conhecia de perto a força da cultura ucraniana presente em Prudentópolis, cenário do filme. E essa descoberta o impactou profundamente: 'Eu não sabia que existia uma cultura ucraniana tão viva ali. Conhecer essa cidade e essas pessoas incríveis foi algo muito especial para mim', relembra.
Antes mesmo das gravações, o ator mergulhou no universo do filme. Assistiu a documentários, pesquisou rituais e tradições e se apaixonou pela história da região. Esse envolvimento foi tão forte que atravessou até o figurino.
“Eu estou até com uma vyshyvanka, que é uma roupa típica ucraniana. No filme, o Boris também usa. O figurinista me deu de presente no final das gravações, de tanto que eu gostei de aprender sobre essa cultura”, conta, orgulhoso
As belezas naturais de Prudentópolis também ficaram marcadas na memória do ator. Cachoeiras, montanhas e até uma gravação com balão fizeram parte da experiência.
“É uma cidade linda, muito rica em belezas naturais. A gente gravou no topo de cachoeira, gravou com balão… é tudo maior e mais bonito do que você imagina”, descreve.
Mas, para Fhelipe, o mais marcante foram as pessoas. Artesãos, bailarinos, moradores da comunidade e integrantes da equipe criaram laços que ele pretende levar para a vida.
“As conexões que a gente criou foram o mais especial. A Marta, que fazia as pêssankas; o Daniel, que produzia as roupas e os pães típicos; o grupo Veselka… todo mundo estava ali de coração aberto”, lembra.
O clima das gravações também contribuiu para a força do filme. Segundo Fhelipe, o ambiente era familiar, leve e colaborativo, algo que reflete diretamente na tela: 'Quando a gente se diverte e gosta do que está fazendo, o trabalho fica melhor ainda. E esse foi um trabalho em que todo mundo se divertiu muito', afirma.
Ao ser perguntado sobre uma palavra que define o filme “Meu Avô Stanislau”, o ator não hesita: conexão: 'Conexão entre gerações, entre o mundo digital e o mundo real, entre pessoas, culturas e histórias', resume.
Para encerrar, Fhelipe deixa um convite especial para quem vai assistir ao filme.
“É um filme emocionante, feito aqui no Paraná, que fala sobre essas conexões e esses encontros. Tenho certeza de que o público vai rir, se emocionar e se divertir, assim como a gente se divertiu fazendo”, garante.
Fonte G1/RPC l Fotos: divulgação RPC
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