01 de ABRIL de 2026
No próximo dia 05 de abril, estreia o videocast “Infâncias Entre Livros”, conduzido pelas escritoras Claudia Nina e Leila Meirelles, em parceria com a ONG Rede Sana, iniciativa criada pelas psicólogas Júlia Meirelles e Roberta Vinhaes para oferecer atendimento psicológico acessível.
Mais do que uma simples série de conversas, o projeto nasce com a missão de iluminar o universo infantil sob a perspectiva da literatura e da escuta qualificada. Cada episódio propõe um diálogo entre livros e psicologia, revelando como a leitura pode ser um instrumento essencial na construção da saúde emocional e do desenvolvimento das crianças.
Claudia e Leila selecionam obras de diferentes temas e, após suas reflexões literárias, convidam uma psicóloga para ampliar o debate, trazendo nuances que atravessam o cotidiano de pais, educadores e profissionais da infância.
Os encontros são gravados na charmosa Livraria Pequeno Benjamin, em Ipanema, no Rio de Janeiro, cenário que reforça a atmosfera intimista e cultural do projeto.
Os vídeos serão lançados semanalmente, aos domingos, no Instagram- @infânciaentrelivros- e no Tik Tok. O primeiro livro que será comentado chama-se “Os Pombos”, de Blandina Franco, com ilustrações de José Carlos Lollo (da Companhia das Letrinhas, 2023). Em seguida, os episódios apresentarão: “A menina amarrotada” (Jujuba Editora, 2013), escrito e ilustrado por Aline Abreu; “A coisa brutamontes” (Cepe Editora, 2018), de Renata Penzani e Renato Alarcão, ilustrador; e “Lá e aqui” (Pequena Zahar, 2015), com texto de Carolina Moreira e ilustração de Odilon Moraes.
A rede social tem sido um espaço para encontros e trocas, tanto pessoais, quanto profissionais. A ideia da dupla é divulgar autores brasileiros contemporâneos e ampliar o universo de discussão sobre a literatura para as infâncias que é extremamente importante para a formação dos cidadãos de hoje e de amanhã, com posicionamento crítico e reflexivo diante da sociedade. “A leitura é essencial para desenvolver competências. Através dos livros, a criança conquista alteridade, aceita as diferenças, e amplia seu repertório sobre o mundo”, diz Leila.
Segundo Claudia, o projeto é uma célula que poderá se multiplicar de diversas formas, além de também produzir uma movimentação interna na criação da sua própria literatura. “Acho que quanto mais a gente mergulha no que os bons autores produzem, melhor fica nossa expansão criativa, aguça a inspiração e o sentido crítico”.
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Benjamin Magalhães, Renan Quirino, Claudia Nina e Leila Meirelles