04 de NOVEMBRO de 2026
Com a aproximação da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil, uma iniciativa busca fomentar a capacitação, formação técnica e desenvolvimento para profissionais mulheres no esporte. O Movimento Sustentabilidade em Campo promove, no próximo dia 5/11 (quinta-feira), a segunda edição do Leilão Beneficente pelo Futebol Feminino no Hotel Rosewood São Paulo. O destaque são os itens de grandes atletas, como um card do Circuito de Mônaco autografado por Ayrton Senna (a partir de R$ 12 mil), uma camisa réplica da seleção de 1958 autografada por Pelé (a partir de R$ 15 mil) e uma raquete assinada por Carlos Alcaraz (a partir de R$ 20 mil).
Além dos destaques, o acervo do leilão conta com mais 30 itens que passam por clubes de futebol diversos, vela, surfe – como prancha do Medininha autografada por Gabriel Medina a partir de R$ 3 mil –, e itens do basquete nacional e internacional. O montante arrecadado será revertido integralmente ao Programa Restinga, núcleo de atuação do MSeC dedicado à equidade de gênero. O Programa viabiliza capacitação, formação técnica e desenvolvimento contínuo para mulheres em toda a cadeia do esporte, abrangendo desde atletas e comissões técnicas até árbitras, jornalistas, comunicadoras e gestoras esportivas.
"Este leilão é a prova de que a sustentabilidade e a equidade no esporte não são mais pautas secundárias. Estamos acelerando a mobilização do setor privado para garantir recursos 100% direcionados ao desenvolvimento de programas como o Restinga, além de contribuir com um legado sustentável e duradouro para a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027", destaca Marcelo Linguitte, presidente do Movimento Sustentabilidade em Campo.
Após o leilão presencial com itens de destaque no dia 5, o leilão seguirá de forma online pela plataforma Play For a Cause ao longo do mês de novembro.
O evento na quinta-feira contará com um painel exclusivo focado nos desafios, oportunidades e investimentos rumo à Copa Feminina de 2027. Haverá um tributo à ex-jogadora Dilma Mendes, futebolista pioneira que enfrentou a proibição do futebol feminino no Brasil e abriu portas para as subsequentes gerações de atletas no país.
"No evento, vamos apresentar, também, os avanços que o MSeC tem tido para a implantação do Índice ESG no futebol brasileiro em parceria com a CBF", diz Linguitte, referindo-se ao Índice Brasileiro de Sustentabilidade no Futebol, que avaliará as ações ESG dos clubes das séries A e B a partir de 2027.
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